A Viagem: relembre o Brasil de 30 anos atrás com frames da novela


Vitrola, desktop, telefone fixo e com fio, os carros sensação; confira esses e outros exemplos Você já se imaginou como estava há 30 anos? Então, talvez se lembre como era o Brasil de 1994. A população do país era de cerca de 161 milhões de pessoas — atualmente somos mais de 203 milhões — ; a moeda Real, vigente até hoje, entrou em circulação no dia 1/7; nossa seleção de futebol foi tetracampeã após um jejum de 24 anos; foi o ano em que perdemos Ayrton Senna, Mussum e Tom Jobim.
A tecnologia de hoje está a anos luz da tecnologia da época, em que as pessoas se comunicavam por telefone fixo com fio, ouviam músicas em vitrolas, tinham o costume de escrever a mão e frequentavam videolocadoras. Quem não era nascido ou não se recorda, pode conferir um pouco dessa viagem no tempo por meio da novela A Viagem, que marcou o ano de 1994 na teledramaturgia.
Como era o Brasil de 1994, tendo como recorte a novela A Viagem
TV Globo
TVs de LED, OLED, LCD, QLED e NanoCell?! Nada disso. Os aparelhos de televisão de 1994 eram de tubo, com telas de poucas polegadas. E ninguém reclamava. Na suíte de Diná (Christiane Torloni), lá estava a TV, em local de destaque sobre o móvel.
Como era o Brasil de 1994, tendo como recorte a novela A Viagem
TV Globo
Celular era para poucos, bem poucos. E os aparelhos não tinham acesso à internet. Além de fazer ligações, as ferramentas eram calendário, calculadora e bloco de notas, apenas. O arquiteto Téo (Maurício Mattar) se comunicava com seus clientes e familiares com o bom e venho telefone fixo com fio! E quando queria dar aquele perdido na ciumenta Diná, nem se preocupava…
Como era o Brasil de 1994, tendo como recorte a novela A Viagem
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O assunto agora é computador. O aparelho já figurava em algumas casas e escritórios, e o mais visto era esse modelo desktop branco, cheio de fios. O monitor tinha imagens verdes ou alaranjadas e usavam-se disquetes para o armazenamento removível de dados. Ah, e repare também na estrutura sob a mesa: uma torre, chamada de CPU. Os computadores portáteis eram para os muito ricos.
Como era o Brasil de 1994, tendo como recorte a novela A Viagem
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MP3 e streaming ainda eram coisas de outro mundo para os brasileiros de 1994. Na casa de Lisa, personagem de Andreia Beltrão, ouvia-se música em toca-discos. Se você não localizou nem tampouco sabe do que se trata, está ali, sob o abajur. Já entre os mais ricos, os aparelhos com carrossel de CDs já se destacavam.
Como era o Brasil de 1994, tendo como recorte a novela A Viagem
TV Globo
Fotos digitais ainda não faziam parte do universo dos reles mortais de 1994. As fotografias eram físicas, tiradas de máquinas analógicas. O filme da máquina precisava ser revelado em lojas especializadas e você optava por ter a foto em papel ou cromo, como esse na mão do personagem Mauro (Eduardo Galvão).
Como era o Brasil de 1994, tendo como recorte a novela A Viagem
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Diná era dona de uma bem-sucedida locadora de vídeo, comércio que não existe mais. Esse tipo de loja era muito popular no início da década de 1990. Programão de fim de semana era alugar três filmes e devolver na segunda, tudo rebobinado pra não pagar multa!
Como era o Brasil de 1994, tendo como recorte a novela A Viagem
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A frota de carros da época era simples, nem se compara à de hoje, com modelos quadradões e cores variadas. E, com menos carros nas ruas, os engarrafamentos eram bem menores.
Como era o Brasil de 1994, tendo como recorte a novela A Viagem
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Rica, Diná desfilava pelas ruas da Zona Sul do Rio a bordo de um conversível vinho, objeto de desejo de 9 entre 10 brasileiros da época. Nem se preocupava com segurança…
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