Chuva em Porto Alegre deve voltar e superar a média de maio dos últimos 30 anos

A chuva vai voltar a atingir a cidade de Porto Alegre, uma das mais afetadas pelas enchentes no Rio Grande do Sul. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a previsão é que a precipitação até domingo seja de 125 milímetros. Isso significa que, em apenas 5 dias, o volume de chuva na capital gaúcha pode superar a média mensal para um mês de maio, de 113 milímetros, registrada desde 1991.

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Previsão de mais chuva no fim de semana

Ainda de acordo com o Inmet, a chuva nos 12 primeiros dias deste mês de maio devem atingir a marca de 333,1 milímetros. Isso representa quase três vezes a média histórica para o período.

Os meteorologistas também alertam para a possibilidade de ventos de até 100km/h. Estas condições podem atrapalhar bastante o resgate de pessoas que continuam ilhadas no Rio Grande do Sul.

Além disso, existe o risco de que novos temporais gerem inundações em região já bastante afetadas, caso da Serra e do Vale do Taquari. O governador Eduardo Leite disse que “não será a hora de voltar para casa, não será hora de estar nos lugares que foram atingidos”.

Preocupação também na região Sul do estado gaúcho por conta de um ciclone e uma frente fria que se aproximam. Por lá, há alerta de “perigo extremo” de tempestades. A região já está mobilizada em função do alerta de que as águas que atingiram especialmente o Norte, a Serra, o Centro e a Região Metropolitana estão se movendo para o Sul, pela Lagoa dos Patos. Isso pode causar inundações severas na região.

Parte de Porto Alegre continua inundada (Imagem: Gilvan Rocha/Agência Brasil)

Tragédia climática no Rio Grande do Sul

  • De acordo com o mais recente balanço da Defesa Civil, aumentou para 95 o número de mortes confirmadas pelas fortes chuvas e enchentes que atingem o estado gaúcho.
  • São 131 pessoas desaparecidas, mais de 159 mil desalojadas e quase 49 mil em abrigos.
  • A tragédia climática causou impactos severos em 401 dos 497 municípios gaúchos.
  • O lago Guaíba atingiu o maior nível da história, passando dos 5 metros e 30 centímetros.
  • As inundações paralisaram quase que completamente o fornecimento de água e luz em Porto Alegre e em outras cidades.
  • Além disso, centenas de pessoas continuam ilhadas e resgates têm acontecido 24 horas por dia.
  • A maioria deles está sendo realizada por civis que têm se arriscado com barcos, lanchas e motos aquáticas.
  • Um dos pontos que continua completamente alagado é o Aeroporto Internacional Salgado Filho, que anunciou a suspensão de todas as operações até 30 de maio.
  • Vias bloqueadas ainda dificultam a saída e entrada na cidade.
  • O grande temor agora é a chegada do frio nesta quarta-feira (08).
  • Também há previsão de mais chuva na região metropolitana de POA.
  • Em 2023, uma série de desastres climáticos causou uma verdadeira devastação no Rio Grande do Sul.
  • Foram registradas 16 mortes em junho, 54 em setembro e outras 5 em novembro.
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Origem da Notícia
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A chuva vai voltar a atingir a cidade de Porto Alegre, uma das mais afetadas pelas enchentes no Rio Grande do Sul. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a previsão é que a precipitação até domingo seja de 125 milímetros. Isso significa que, em apenas 5 dias, o volume de chuva na capital gaúcha pode superar a média mensal para um mês de maio, de 113 milímetros, registrada desde 1991.

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Previsão de mais chuva no fim de semana

Ainda de acordo com o Inmet, a chuva nos 12 primeiros dias deste mês de maio devem atingir a marca de 333,1 milímetros. Isso representa quase três vezes a média histórica para o período.

Os meteorologistas também alertam para a possibilidade de ventos de até 100km/h. Estas condições podem atrapalhar bastante o resgate de pessoas que continuam ilhadas no Rio Grande do Sul.

Além disso, existe o risco de que novos temporais gerem inundações em região já bastante afetadas, caso da Serra e do Vale do Taquari. O governador Eduardo Leite disse que “não será a hora de voltar para casa, não será hora de estar nos lugares que foram atingidos”.

Preocupação também na região Sul do estado gaúcho por conta de um ciclone e uma frente fria que se aproximam. Por lá, há alerta de “perigo extremo” de tempestades. A região já está mobilizada em função do alerta de que as águas que atingiram especialmente o Norte, a Serra, o Centro e a Região Metropolitana estão se movendo para o Sul, pela Lagoa dos Patos. Isso pode causar inundações severas na região.

Parte de Porto Alegre continua inundada (Imagem: Gilvan Rocha/Agência Brasil)

Tragédia climática no Rio Grande do Sul

  • De acordo com o mais recente balanço da Defesa Civil, aumentou para 95 o número de mortes confirmadas pelas fortes chuvas e enchentes que atingem o estado gaúcho.
  • São 131 pessoas desaparecidas, mais de 159 mil desalojadas e quase 49 mil em abrigos.
  • A tragédia climática causou impactos severos em 401 dos 497 municípios gaúchos.
  • O lago Guaíba atingiu o maior nível da história, passando dos 5 metros e 30 centímetros.
  • As inundações paralisaram quase que completamente o fornecimento de água e luz em Porto Alegre e em outras cidades.
  • Além disso, centenas de pessoas continuam ilhadas e resgates têm acontecido 24 horas por dia.
  • A maioria deles está sendo realizada por civis que têm se arriscado com barcos, lanchas e motos aquáticas.
  • Um dos pontos que continua completamente alagado é o Aeroporto Internacional Salgado Filho, que anunciou a suspensão de todas as operações até 30 de maio.
  • Vias bloqueadas ainda dificultam a saída e entrada na cidade.
  • O grande temor agora é a chegada do frio nesta quarta-feira (08).
  • Também há previsão de mais chuva na região metropolitana de POA.
  • Em 2023, uma série de desastres climáticos causou uma verdadeira devastação no Rio Grande do Sul.
  • Foram registradas 16 mortes em junho, 54 em setembro e outras 5 em novembro.
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