Homens com baixa testosterona correm maior risco de morte precoce

Ao contrário do que a ciência acreditava, a testosterona parece não reduzir a expectativa de vida dos homens. Mas a falta dela pode, na verdade, estar relacionada à maior probabilidade de morte precoce. A conclusão é de uma nova pesquisa conduzida pela Universidade da Austrália Ocidental.

Detalhes da descoberta foram divulgados na revista Annals of Internal Medicine.

Vamos aos detalhes da descoberta:

  • O estudo analisou dados sobre os níveis de testosterona de homens coletados durante cinco anos.
  • Entre aqueles com níveis mais baixos do hormônio, a probabilidade de morte era maior.
  • Investigando a fundo, a principal causa de morte no grupo foi por doenças cardíacas.
  • Um dos sintomas que podem revelar a presença de problemas no coração é a disfunção erétil, também ligada à falta de testosterona.
  • Portanto, existe uma relação, ainda que não muito clara, entre doenças cardíacas – responsável por grande parte dos óbitos entre os homens – e a testosterona.

Baixa testosterona: causa ou consequência

O novo estudo não tem evidências suficientes para responder se a deficiência de testosterona causa diretamente o risco de morte precoce. No entanto, alguns fatos já conhecidos da ciência podem ajudar a elucidar a questão.

Em algumas condições, como a obesidade, a redução dos níveis do hormônio é uma consequência da doença. Já em outros problemas, como o câncer de próstata, o tratamento pode levar à deficiência de testosterona. Inclusive, nesse caso, a terapia aumenta o risco de ataque cardíaco e acidente vascular cerebral.

Leia mais:

Ao mesmo tempo que a testosterona pode ser um indicador de doenças, sua deficiência também contribui para outros problemas e, consequentemente, um maior risco de morte precoce.

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Como evitar baixa testosterona

Os níveis de testosterona reduzem naturalmente ao longo do tempo. A partir dos 30 anos, a queda é de 1% ao ano, em média. Mas para evitar uma diminuição fora do normal, existem algumas recomendações e dicas.

A principal delas é adotar um estilo de vida saudável, com a prática de exercícios regular e uma dieta balanceada. Evitar o ganho de peso também é especialmente importante, já que o excesso de gordura corporal pode contribuir para a diminuição dos níveis de testosterona.

Além disso, é importante ir ao médico para realização de check-ups de acompanhamento da saúde em geral. Casos mais sérios de déficit do hormônio podem ser identificados previamente com esse hábito. Se o problema for mais grave, a terapia de reposição é uma opção. No entanto, possui riscos a longo prazo. Por isso, manter um estilo de vida saudável continua sendo a melhor abordagem para garantir níveis adequados de testosterona.

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Origem da Notícia
https://olhardigital.com.br/2024/05/16/medicina-e-saude/homens-com-baixa-testosterona-correm-maior-risco-de-morte-precoce/
Autor: {autor}

Ao contrário do que a ciência acreditava, a testosterona parece não reduzir a expectativa de vida dos homens. Mas a falta dela pode, na verdade, estar relacionada à maior probabilidade de morte precoce. A conclusão é de uma nova pesquisa conduzida pela Universidade da Austrália Ocidental.

Detalhes da descoberta foram divulgados na revista Annals of Internal Medicine.

Vamos aos detalhes da descoberta:

  • O estudo analisou dados sobre os níveis de testosterona de homens coletados durante cinco anos.
  • Entre aqueles com níveis mais baixos do hormônio, a probabilidade de morte era maior.
  • Investigando a fundo, a principal causa de morte no grupo foi por doenças cardíacas.
  • Um dos sintomas que podem revelar a presença de problemas no coração é a disfunção erétil, também ligada à falta de testosterona.
  • Portanto, existe uma relação, ainda que não muito clara, entre doenças cardíacas – responsável por grande parte dos óbitos entre os homens – e a testosterona.
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Baixa testosterona: causa ou consequência

O novo estudo não tem evidências suficientes para responder se a deficiência de testosterona causa diretamente o risco de morte precoce. No entanto, alguns fatos já conhecidos da ciência podem ajudar a elucidar a questão.

Em algumas condições, como a obesidade, a redução dos níveis do hormônio é uma consequência da doença. Já em outros problemas, como o câncer de próstata, o tratamento pode levar à deficiência de testosterona. Inclusive, nesse caso, a terapia aumenta o risco de ataque cardíaco e acidente vascular cerebral.

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Ao mesmo tempo que a testosterona pode ser um indicador de doenças, sua deficiência também contribui para outros problemas e, consequentemente, um maior risco de morte precoce.

Como evitar baixa testosterona

Os níveis de testosterona reduzem naturalmente ao longo do tempo. A partir dos 30 anos, a queda é de 1% ao ano, em média. Mas para evitar uma diminuição fora do normal, existem algumas recomendações e dicas.

A principal delas é adotar um estilo de vida saudável, com a prática de exercícios regular e uma dieta balanceada. Evitar o ganho de peso também é especialmente importante, já que o excesso de gordura corporal pode contribuir para a diminuição dos níveis de testosterona.

Além disso, é importante ir ao médico para realização de check-ups de acompanhamento da saúde em geral. Casos mais sérios de déficit do hormônio podem ser identificados previamente com esse hábito. Se o problema for mais grave, a terapia de reposição é uma opção. No entanto, possui riscos a longo prazo. Por isso, manter um estilo de vida saudável continua sendo a melhor abordagem para garantir níveis adequados de testosterona.

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