IA usada por Israel identificou 37 mil alvos do Hamas em Gaza

A inteligência artificial já está sendo utilizada em guerras. É o que acontece, por exemplo, no conflito entre Israel e o grupo terrorista Hamas na Faixa de Gaza. Segundo relatos de oficiais israelenses, o exército do país está utilizando um banco de dados alimentado por IA que já identificou 37 mil potenciais terroristas.

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IA está sendo usada em Gaza

  • A tecnologia é utilizada para processar uma grande quantidade de dados e identificar rapidamente potenciais agentes do Hamas.
  • O sistema foi desenvolvido pela divisão de inteligência de elite das Forças de Defesa de Israel.
  • De acordo com as autoridades israelenses, a taxa de precisão da IA é de 90%.
  • Por isso, ela está sendo utilizada de forma abrangente em Gaza.
  • No entanto, especialistas levantam sérias preocupações sobre a utilização da inteligência artificial para a escolha de alvos a serem bombardeados, segundo reportagem do The Guardian.
População de Gaza sofre com intensos bombardeios há meses (Imagem: Serdarkeskiin/Shutterstock)

Mortes de inocentes

De acordo com os relatos dos oficiais israelenses, as autoridades do país permitiram que um grande número de civis palestinos fosse morto durante os bombardeios. Analistas apontam que uso da IA de forma indiscriminada para escolher alvo pode explicar a grande quantidade de mortes de inocentes no conflito.

Isso acontece em função de possíveis falhas na identificação ou na escolha de regiões densamente habitadas, os chamados “efeitos colaterais” da guerra e que resultam em mortes de civis.

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O Ministério da Saúde do território controlado pelo Hamas diz que mais de 33 mil pessoas foram mortas desde o início da guerra, há cerca de seis meses. A maior parte das vítimas é formada por crianças e mulheres, o que levou a uma grande pressão internacional contra Israel.

Dados da Organização das Nações Unidas (ONU) apontam que, apenas no primeiro mês do conflito, 1.340 famílias sofreram múltiplas perdas, com 312 delas perdendo mais de 10 membros em bombardeios.

O exército israelense afirmou em comunicado que suas operações foram realizadas de acordo com as regras de proporcionalidade sob o direito internacional. E que as bombas são “armamento padrão com alto nível de precisão”.

Sobre o uso da inteligência artificial, Israel afirmou que usa um banco de dados usado “para cruzar fontes de inteligência, a fim de produzir camadas atualizadas de informações sobre os agentes militares de organizações terroristas”. Mas ressaltou que esta não é uma lista de agentes militares confirmados elegíveis para ataque.

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Origem da Notícia
https://olhardigital.com.br/2024/04/04/pro/ia-usada-por-israel-identificou-37-mil-alvos-do-hamas-em-gaza/
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A inteligência artificial já está sendo utilizada em guerras. É o que acontece, por exemplo, no conflito entre Israel e o grupo terrorista Hamas na Faixa de Gaza. Segundo relatos de oficiais israelenses, o exército do país está utilizando um banco de dados alimentado por IA que já identificou 37 mil potenciais terroristas.

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IA está sendo usada em Gaza

  • A tecnologia é utilizada para processar uma grande quantidade de dados e identificar rapidamente potenciais agentes do Hamas.
  • O sistema foi desenvolvido pela divisão de inteligência de elite das Forças de Defesa de Israel.
  • De acordo com as autoridades israelenses, a taxa de precisão da IA é de 90%.
  • Por isso, ela está sendo utilizada de forma abrangente em Gaza.
  • No entanto, especialistas levantam sérias preocupações sobre a utilização da inteligência artificial para a escolha de alvos a serem bombardeados, segundo reportagem do The Guardian.
População de Gaza sofre com intensos bombardeios há meses (Imagem: Serdarkeskiin/Shutterstock)

Mortes de inocentes

De acordo com os relatos dos oficiais israelenses, as autoridades do país permitiram que um grande número de civis palestinos fosse morto durante os bombardeios. Analistas apontam que uso da IA de forma indiscriminada para escolher alvo pode explicar a grande quantidade de mortes de inocentes no conflito.

Isso acontece em função de possíveis falhas na identificação ou na escolha de regiões densamente habitadas, os chamados “efeitos colaterais” da guerra e que resultam em mortes de civis.

O Ministério da Saúde do território controlado pelo Hamas diz que mais de 33 mil pessoas foram mortas desde o início da guerra, há cerca de seis meses. A maior parte das vítimas é formada por crianças e mulheres, o que levou a uma grande pressão internacional contra Israel.

Dados da Organização das Nações Unidas (ONU) apontam que, apenas no primeiro mês do conflito, 1.340 famílias sofreram múltiplas perdas, com 312 delas perdendo mais de 10 membros em bombardeios.

O exército israelense afirmou em comunicado que suas operações foram realizadas de acordo com as regras de proporcionalidade sob o direito internacional. E que as bombas são “armamento padrão com alto nível de precisão”.

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Sobre o uso da inteligência artificial, Israel afirmou que usa um banco de dados usado “para cruzar fontes de inteligência, a fim de produzir camadas atualizadas de informações sobre os agentes militares de organizações terroristas”. Mas ressaltou que esta não é uma lista de agentes militares confirmados elegíveis para ataque.

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