Técnico de rival do São Paulo está há sete anos no cargo; Tricolor teve 11 treinadores no período


Gustavo Huerta assumiu o Cobresal em outubro de 2017, colocou o time na elite chilena e foi vice-campeão local em 2023; neste ano, luta pra não cair Quando Gustavo Huerta assumiu o comando técnico da equipe do Cobresal, do Chile, Dorival Júnior era o treinador do São Paulo. Parece pouco tempo, já que o atual comandante da Seleção estava no CT da Barra Funda até janeiro, mas trata-se da primeira passagem dele pelo clube, em 2017.
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De lá para cá, o São Paulo teve outros 10 treinadores, enquanto Huerta, numa contradição do futebol sul-americano, resistiu no banco da equipe que encara os tricolores nesta quarta, às 21h30 (de Brasília), em Calama, pela quarta rodada da fase de grupos da Conmebol Libertadores.
A ligação de Huerta com o Cobresal é antiga: ele defendeu o clube como jogador no final da carreira, na década de 1980, e iniciou o trabalho como treinador ali mesmo, em 1991.
Foi assistente de Nelson Acosta na seleção chilena que disputou a Copa de 1998 e chegou ao banco da Universidad do Chile, uma das maiores equipes do país, em 2006.
A permanência de Huerta não é ao acaso ou obra de dirigentes revolucionários. Ele tem entregado resultados.
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Gustavo Huerta, técnico do Cobresal
Divulgação/Cobresal
Voltou ao Cobresal – uma equipe pequena de uma cidade com cinco mil habitantes, El Salvador – em outubro de 2017, quando o time estava na segunda divisão. Conseguiu o acesso no ano seguinte e, na elite, alcançou classificações melhores a cada temporada até o vice-campeonato de 2023.
Desde que Huerta foi contratado pelo Cobresal, o São Paulo teve 11 treinadores, só dois deles ficaram mais de um ano ininterrupto no clube: Fernando Diniz, entre 2019 e 2021, e Rogério Ceni, de 2021 a 2023.
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Luis Zubeldía será o segundo técnico tricolor que Huerta encara nessa Libertadores, já que no jogo disputado no Morumbi quem estava no banco era Thiago Carpini, que agonizava no cargo.
Neste ano, o técnico chileno enfrenta um momento diferente. Sua equipe faz má campanha no torneio nacional e está perto da zona de rebaixamento, na 14ª posição entre 16 clubes.
– Temos que conversar com o grupo, tratar de não deixar cair, isso seria fatal. É difícil assumir momentos como esse e esperamos nos recuperar – disse ele no começo de abril após uma derrota para a Universidad Católica.
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Aquele foi o último revés do time na Liga Chilena. Na sequência, conseguiu duas vitórias e dois empates.
Na Libertadores, a situação é bastante delicada. O Cobresal tem só um ponto e precisa vencer o São Paulo para continuar sonhando com uma classificação.
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O Tricolor, por outro lado, pode deixar Calama – onde o Cobresal manda seus jogos no torneio – com a vaga para as oitavas garantida. Tem que vencer os chilenos e torcer para o Barcelona não ganhar do Talleres, também nesta quarta, na Argentina.
Gustavo Huerta, técnico do Cobresal, rival do São Paulo na Libertadores
Divulgação/Cobresal
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